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quinta-feira, 7 de maio de 2009

ANIMAL/HOMEM




O corpo do Homem e dos Animais é constituído pelos mesmos elementos e por isso pertence ao Reino Animal.


Quanto mais atrasado o Espírito, mais apertados são os laços entre ele e a matéria, devido à sua baixa vibração que o torna mais pesado e deste modo lhe sofre a influência, devido às suas imperfeições morais.

Os Animais apenas têm a inteligência da vida animal. No Homem a inteligência da vida moral.

Se, entretanto o homem não possui uma alma animal, que por suas paixões, o ponha no mesmo plano dos animais, tem o seu corpo que o degrada, muitas vezes, até esse plano, de vez que o corpo é um ser dotado de vitalidade e com os seus instintos, posto que ininteligentes e limitados ao cuidado de sua conservação.

O corpo é que tem os seus instintos, resultantes da sensação dos órgãos. Pelo corpo ele participa da natureza dos animais e de seus instintos; pela alma da natureza dos Espíritos.

Além da própria imperfeição da qual terá de despojar-se, o Espírito tem que lutar contra a influência da matéria. Fisicamente é o homem como os animais.

Os Animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa liberdade de acção. Existe neles um princípio independente da matéria e este sobrevive ao corpo. Eles não têm livre-arbítrio porque não podem escolher o corpo para se encarnar.

Há uma que erraticidade, de vez que não se acha unido a um corpo, mas não é Espírito errante. Após a morte do corpo animal, o Espírito deste é classificado pelos Espíritos aos quais incumbe essa tarefa e utilizado quase que imediatamente não lhe é dado oportunidade de pôr-se em contacto com outras criaturas.

O que constitui o principal atributo ou qualidade é a consciência de si mesmo. Os Animais também seguem uma linha progressiva. Nos mundos superiores onde os homens são mais adiantados, os animais também o são e possuem mais desenvolvidos meios de comunicação. São, entretanto, sempre inferiores e submetidos aos homens, que neles têm servos inteligentes.

Por progredirem pela força das coisas, para eles não existe expiação. São sempre inferiores aos homens, nem conhecem Deus. Para ele o homem é um Deus.

A inteligência é uma propriedade comum, um ponto de contacto entre a alma dos animais e a do homem.

Encarnando-se no corpo do Homem, traz-lhe o Espírito o princípio intelectual e moral, que o torna superior aos Animais. As duas naturezas existentes no Homem dão às suas paixões duas partes diversas: uma provém dos instintos da natureza animal, outra das impurezas do Espírito, do qual é uma reencarnação e que se inclina mais ou menos para a grosseria dos apetites animais.

Purificando-se, o Espírito pouco a pouco se liberta da influência da matéria, subindo a sua vibração e tornando-se mais leve ao despojar-se das suas imperfeições morais. Sob esta influência, aproxima-se dos brutos, dela insento, eleva-se ao seu verdadeiro destino: a Perfeição.

O estado da Alma do homem em sua origem, primeira encarnação, é o da infância na vida corpórea. A inteligência apenas desabrocha; ensaia-se para a vida.

O Espírito realiza essa primeira fase, numa séria de existências que precedem o período da Humanidade.

Nota: Tudo na natureza se encandeia para a Unidade. É nesses seres, que se elabora o princípio inteligente.

O Espírito se individualiza pouco a pouco, ensaia-se para a vida. É de certo modo, um trabalho preparatório, como o da germinação, depois do qual o princípio inteligente sofre uma transformação e se torna Espírito. Então é que ele começa o período da Humanidade e, com ele, a consciência do futuro, a distinção entre o Bem e o Mal e a responsabilidade dos seus actos.

O homem só é civilizado, quando opta pelo caminho do recto proceder, vivendo em conformidade com a Lei de Deus. O homem civilizado, tem consciência de si como Espírito eterno. O homem civilizado, é o homem de bem.

Deus não poderia ter dado ao Homem a necessidade de viver sem que lhe tivesse dado os meios. Este critério aplica-se também em relação à Perfeição. O Espírito tudo precisa saber para se tornar perfeito.

Todos temos que habitar todas as coisas, presidindo sucessivamente a todas as partes do Universo. Há um tempo para cada coisa.

A evolução realiza-se por tempos. Para o Espírito, o tempo mede-se pela Evolução. A evolução reflecte-se na linguagem.

A vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres. Só é necessário o que é útil.

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