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quarta-feira, 8 de julho de 2009

A VERDADE CHAMADA "AMOR"




O Princípio: A Criação; o Fim: A Perfeição



Na Criação era a Lei e a Lei era Deus, e a Lei estava com Deus e tudo o que foi feito, foi feito pelo Amor, foi feito por Deus.

O Poder de Deus reside na Palavra e a Palavra é a sua Lei.


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Deus cria seres espirituais e mundos materiais e nessa medida a sua Lei rege os dois mundos: o Material e o Espiritual.



A Lei de Deus, a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela lhe indica o que deve ou não deve fazer. O homem só é infeliz porque dela se afasta.

A todos os homens concedeu Deus os meios de conhecer a sua Lei, mas nem todos a compreendem. Somente os homens de bem e os que querem procurá-la. Entretanto todos a compreenderão um dia, pois necessário é que se realize o progresso.

Assim, fazer o Bem é conformar-se com a Lei de Deus; fazer o Mal é infringir essa Lei. Quando crê em Deus e o quer saber, o homem por si mesmo tem meios de distinguir o Bem do Mal. Deus lhe concedeu a inteligência a fim de distinguir entre um e outro. É Deus quem dá a medida daquilo que necessitamos e quando esta medida é ultrapassada somos punidos. Necessário é que as leis sejam cumpridas para que se mantenha a harmonia no Universo. O Bem é sempre o Bem e o Mal é sempre o Mal, seja qual for a posição do homem. A diferença está no grau de responsabilidade. O Mal depende da vontade em praticá-lo. O homem é tanto mais culpado quanto melhor sabe o que faz. Todo o sofrimento é efeito de uma imperfeição moral. Se o homem sofre, é porque agiu em desacordo com a Lei de Deus.

Deus não impõe a sua obediência, por isso dotou o Espírito de livre-arbítrio para que pudesse escolher entre o Bem e o Mal. Deus quer que o homem progrida e se aproxima dele, por sua vontade e não pela força. Deus não impõe leis, ele apenas as estabeleceu para serem cumpridas. Elas são perfeitas porque Deus é Perfeito.

O homem só chega a Deus quando for perfeito. “Todos vós sereis Deuses.” – Jesus. Ser feliz está na natureza do homem, mas para encontrar a Felicidade, só existe um caminho: A prática do Amor e da Caridade, na obediência à Lei de Deus, na submissão à vontade de Deus e na resignação aceitando os sofrimentos sem revolta.



Nota:

“Somos uma consciência projectada na existência.”

É na consciência que está gravada a Lei de Deus, porque na essência somos divinos, somos Amor.

Deus está dentro de nós e a sua voz nos fala silenciosamente em nossa consciência.


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Arrependimento, Expiação e Resignação



“A alma ou Espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições que não conseguiu corrigir na vida corporal. O seu estado feliz ou desgraçado, é inerente ao seu grau de pureza ou impureza.” (CI c. VII 1ª pte. It. 1)

“O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si; são precisas a expiação e a reparação.”

“Arrependimento, expiação e reparação, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências. O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. De contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação.” (id. It.16)

“Em que pese à diversidade de géneros e graus de sofrimentos dos Espíritos imperfeitos, o código penal da vida futura pode resumir-se nestes três princípios:

1º) – O sofrimento é inerente à imperfeição.

2º) – Toda a imperfeição, assim como toda a falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas consequências naturais e inevitáveis; assim, a moléstia pune os excessos e da ociosidade nasce o tédio, sem que haja mister de uma condenação especial para cada falta ou indivíduo.

3º) – Podendo todo o homem libertar-se das imperfeições por efeito da sua vontade, pode igualmente anular os males consecutivos e assegurar a futura felicidade.


“A cada um segundo as suas obras, no Céu como na Terra: - tal é a lei de Justiça Divina.” (id. It.33)



Fontes: L.E.; Entrevistando Allan Kardec de Suely Caldas Schubert; outros.

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